sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Diversão e arte






Liga Tripa volta aos palcos do Feitiço 

Mineiro para divulgar novo disco

Embora a ideia primordial seja relembrar os sucessos que acompanham os 34 anos de carreira da banda, algumas novidades devem aparecer no repertório

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Diego Ponce de LeonPublicação:03/01/2014 06:10
O grupo voltou aos estúdios em 2013 (Zé Nobre/Divulgação)
O grupo voltou aos estúdios em 2013

O ano que passou fez bem ao Liga Tripa. Uma das mais inventivas bandas de música brasiliense voltou ao estúdio, gravou o álbum É se há (com as canções mais consagradas) e fez um elogiado show de lançamento, no Clube do Choro, em uma noite repleta de convidados. Os músicos da lendária trupe voltam a se reunir nesta sexta-feira (3/1), no Feitiço Mineiro (306 Norte), para continuar a divulgação do novo trabalho.

Embora a ideia primordial seja relembrar os sucessos que acompanham os 34 anos de carreira da banda, algumas novidades devem aparecer no repertório. “Não são composições novas, mas menos recorrentes. Algumas desconhecidas do grande público”, comentou Caloro, que toca um instrumento apelidado de “negão”. “Um contrabaixo africano, que exige muito para tocar. Quando o braço cansa, vira uma caixa de percussão”, explicou, aos risos.

Além de Caloro, o grupo conta ainda com os badalados Sérgio Duboc (voz e violão), Aldo Justo (voz e violão), Toninho Alves (voz e flauta) e Fino (percussão). “Eu integro o Liga Tripa desde 1981. Tirei algumas licenças, mas temos uma responsabilidade a cumprir. Vamos aproveitar a apresentação para homenagear ex-integrantes, como Paulo Tovar”, antecipou Caloro.

No repertório, algumas canções que compõem a trilha sonora da capital: Edifício ninguém mora lá, JuritiQual é, Brasília. Alguns convidados foram convocados, mas Caloro prefere manter o suspense: “Ainda não posso confirmar. Mas, são pessoas ligadas ao nosso histórico. Será uma grande festa”.

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